terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Altach 0 - Belenenses 1, Innsbruck, Austria, 21 de Agosto de 2015

E asssim chegou o dia do grande desafio! Fizemos os cerca de 100 km até Innsbruck e assegurámo-nos que os bilhetes para o jogo dessa noite estavam nas nossas mãos! Obrigada ao Belenenses!

A Maria nessa altura já não aguentava a ansiedade. De qualquer modo, ainda deu para conhecermos um pouco de Innsbruck antes do jogo.

Os adeptos devidamente equipados

Macacadas!!!

Fachadas innsbrukianas

O "Golden Roof"

Uma livraria especial



E enquanto andámos os três pela cidade de bicicleta, o Zé foi dar mais um passeio de funicular para ver as vistas lá de cima! Bem de cima!!

O carril do funicular

Um funicular especial



























Ao fim da tarde lá estávamos na bancada da Torcida Azul para assistirmos a essa grande partida de futebol, da qual o Belenenses saiu vitorioso (0-1), com um bom desempenho da equipa... claro, que para isso contribuiu o indiscutível Camará!!

















































Sem querermos, acabámos por ficar famosos, como o dedicado casal de adeptos do Belém que foi de Tirana a Innsbruck só para apoiar a sua equipa do coração!

2/4 de verdade, já que dos quatro só a Maria é que é realmente essa grande adepta, e o Zé acompanha esse entusiasmo... e ela insistia que nem simpatizantes poderíamos ser, dado que do Belém ou se é adepto ou não é!! Mas, não só na imprensa, ficou o registo da nossa passagem por Innsbruck...

Os cinco minutos de fama

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

As montanhas da Heidi

Se há algo no meu imaginário proveniente dos desenhos animados assistidos durante a infância, isso passará certamente pela Heidi, o seu avô e as montanhas alpinas.

Fiss é uma dessas aldeias alpinas a 1500 metros de altitude, de beleza única e perfeição quase "insuportável"! Tudo parece ter sido aí colocado respeitando uma ordem natural das coisas, que só transforma esse local num sítio ainda mais fantástico.



A cerveja ao fim da tarde...

A aquecer um pouco...

Dois dias de ar puro, vistas insuperáveis, passeios a pé, muitas viagens de teleférico e saltos de trampolim!



A vista do cimo...






E ainda direito a  spa ao fim do dia... e banda no átrio da igreja ao serão, a tocar marchas tirolesas...

Tudo, simplesmente, maravilhoso!

Só ficou por experimentar o Sky swing... mas as condições atmosféricas são o que são àquela altitude!



Desta vez, era o Álvaro a dizer que quando for grande vai ter uma casa na montanha... pode ser que sim, e deste modo, com muita sorte, garanto férias de inverno e verão, num paraíso semelhante a este!

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Munique, com tempo a condizer!

Ainda que não fosse necessário, a nossa viagem passaria também pela Baviera, estado federal no sul da Alemanha, para uma visita à cidade de Munique. Havia muitos pretextos para lá irmos incluindo o mais desenvolvido museu europeu de ciência e tecnologia...

Na verdade, vivemos num país com uma língua bastante estranha para nós, mas que cada vez mais nos parece familiar e próxima, sendo possível identificarmos palavras comuns com a língua portuguesa (as que são de origem latina, mesmo que com grafia diferente, são foneticamente muito semelhantes; e as que não são de origem latina começam a entrar no nosso vocabulário). Mas, certo é que a maioria dos albaneses fala italiano, e por isso conseguimos entender-nos, e a geração mais nova domina totalmente o inglês e por vezes o espanhol... por isso não nos lembramos que não falamos a mesma língua assim tantas vezes.

Mas, nesta aventura europeia, a primeira paragem na Alemanha mostrou-nos como efectivamente dentro do espaço da UE - nessa altura ainda sem controle de fronteiras retomado entre a Áustria e a Alemanha - existem barreiras que são (ou assim podem ser entendidas) mais físicas que as fronteiras territoriais... e uma delas é certamente a linguística.

Depois de algumas horas de trânsito na auto-estrada que liga Salzburgo a Munique, e com os mais pequenos já a desesperar... e as condições de tráfego e atmosféricas sem dar indicações de que iriam melhorar... a chuva, o trânsito infernal e a noite a chegar... decidimos fazer uma saída estratégica da auto-estrada e irmos pela estrada nacional para ver se conseguíamos encontrar um local para jantar...

No lusco-fusco do anoitecer, vimos o que nos pareceu ser uma Beer House, e nem pestanejámos. Mudança para sapatos fechados e agasalhos porque o frio já se fazia sentir e entrámos triunfantes na nossa mais recente descoberta. Casa rústica, tradicional, restaurante e alojamento conjunto, e eis que nos aparece uma senhora de idade, no seu trajo típico da Baviera e se nos dirige em... alemão... o que esperávamos??? português? espanhol? albanês?... não estas, certamente, mas pelo menos a tal da língua franca, o inglês... Nien! Nien! apenas Deutch!!

Bom, a decisão tinha sido tomada, e de certeza que pelo menos uma salsicha alemã iríamos ser capazes de pedir. Lá nos encaminharam para uma mesa e eis que veio o menu...


Afinal, a coisa não foi assim tão difícil, porque a segunda bávara que nos apareceu falava alguma coisa de espanhol e lá nos entendemos! A viagem até Munique não foi fácil, tendo nós optado por nos manter fora da auto-estrada que se encontrava totalmente parada... meio de Agosto e regresso de férias não ajudam nunca...

No dia seguinte, a chuva continuou, mas não nos demoveu de irmos conhecer Munique! O plano era irmos em primeiro lugar ao estádio do Bayern e, logo de seguida, ao museu de ciência, mas quando lá chegámos (e não era de todo tarde) já a fila para comprar os bilhetes dava a volta ao enorme edifício junto ao rio! Ficará para uma próxima visita... mas do Bayern ficam as fotos!

A grande adepta do Belenenses... nem o Bayern a amedronta!


Assim, dirigimo-nos para o centro da cidade e aí pudemos apreciar o clima alemão em pleno Agosto!

MarienPlatz







O jantar desse dia foi, como não poderia deixar de ser, num típica cervejaria alemã!!



Valeu mesmo a pena esta paragem adicional!
Auf wiedersein, Munchen!

domingo, 13 de setembro de 2015

Ljubljana, a cidade encantada!

A viagem continuou e o próximo destino seria a Eslovénia. Desta vez não procurávamos nem praia nem barcos, mas sim aproveitar a cidade de Ljubljana, e compreender porque é que é considerada uma das mais belas cidades europeias.

De facto, a entrada na Eslovénia revelou-nos de imediato um país bem diferente dos Balcãs. Mais próximo da Áustria e da Europa central, as influências austríaco-germânicas são muito visíveis.

Depois de algumas horas na estrada, a nossa pausa técnica trouxe uma verdadeira surpresa para os mais jovens. Um café à beira da estrada com um enorme insuflável e meia dúzia de trampolins fez as delícias do Álvaro e da Maria, que puderam literalmente "esticar" o esqueleto!





Ljubljana é uma cidade fantástica, quer de noite quer de dia! Uma cidade pequena, super limpa e organizada, já a sentir alguma pressão turística, que merece uma futura visita e uma estadia mais prolongada!

Depois de instalados no hotel, fomos até à cidade para passear um pouco e jantar à beira rio. O jantar foi super agradável, depois da longa viagem, e de bastante qualidade!





Após o jantar, valeu mesmo a pena o passeio à beira rio... as três pontes iluminadas e o castelo no topo da colina, conduziram-nos ao imaginário dos contos de fadas!

As três pontes iluminadas




























No dia seguinte, o plano era usufruir de Ljubljana e mais ao fim da tarde cruzar a Áustria e chegar a Munique!

Uma das surpresas eslovenas foi ver a forma "estranha" como dizem os "z"...

Sem comentários :)
De dia a cidade ainda se revelou mais espantosa! A ida ao castelo no funicular... a descida a pé... os passeios pelas ruas... tudo parece encaixar na perfeição.

O funicular que esteve 200 anos em planeamento
O interior do castelo

Ligeiramente mais acima...

Onde esta o Wally?
Pormaiores de 1588!

A vista na descida
Os telhados de Ljubljana

Sendo uma cidade histórica, a recuperação dos imóveis é espantosa! A simpatia dos eslovenos ajuda e muito! Que país inspirador...!!

As fachadas

Um amigo novo
Ate parece que não estava ninguém!!!


A Maria nessa altura já estava a ficar baralhada, sem conseguir decidir de que lugar é que tinha gostado mais e ainda só tinham passado quatro dias!



Mais um destino para regressar, quem sabe, num fim de semana outonal...

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