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domingo, 6 de setembro de 2015

Makarska e Split... uns suspiros de Verão!

Depois de Dubrovnick dirigimo-nos para Norte. O próximo destino seria Makarska, uma estância balnear croata. As altas temperaturas chamavam-nos para a praia!

O Álvaro e a Maria adoraram o giga insuflável instalado no meio do mar, e a Maria acho que adorou mais alguma coisa que eu aqui não posso contar...

Foi tempo de relaxar na piscina e na praia até ao final do dia.


No dia seguinte, partimos para Split, com a intenção de visitar a Old Town e de irmos comprar a camisola do Hajduk para levar ao Pepê! Chegámos ao estádio às 12h10 e deparámo-nos com a loja fechada! Era feriado nacional na Croácia e estava tudo fechado! Mas de qualquer modo, mesmo que não fosse feriado, a loja fechava ao meio-dia. A Maria ficou desolada, mas ficam as fotografias...





Ainda fizemos uma breve passagem pela Old Town de Split... a qual se encontrava cheia de turistas, debaixo de uns escaldantes 40 graus! Insuportável... apenas e só, o calor!






E a Maria a suspirar por Makarska!!! Ou seria, pelo facto de não ter conseguido comprar a camisola do Hajduk :) :) :)

Dubrovnick, sempre!

Chegados à Croácia, em Zaton, fomos a banhos, e à noite fomos jantar ao hotel preferido do Álvaro - o Radisson Blu Resort Dubrovnick!!






A melhor parte estaria para vir no dia seguinte! Direcção: Old Town de Dubrovnick!

A Maria ficou maravilhada com a cidade velha e com a vista para as águas azuis do mar Adriático!










Mas, desta vez, a vista foi ainda melhor, já que foi também vista do céu. Finalmente, o Zé pôde ir andar no teleférico e ver esta maravilhosa e única paisagem!



No final do dia, a Maria já dizia, como a tia Carmo, que quando for grande quer morar em Dubrovnick!!!



Até sempre, Croácia!

Estórias de uma fervorosa adepta do Belenenses pela Europa de Leste

Regressados a Tirana, e reposta a normalidade das férias... piscina, calor, compras... o Belenenses passou à segunda ronda depois de um empate no segundo jogo com o Gottenburg.

Prometemos à Maria - a mais fervorosa adepta do Belém que eu conheço - que se no sorteio da UEFA calhasse uma equipa que jogasse aqui para estes lados da Europa, iríamos ver o jogo ao vivo. E não é que calhou o Altach, da Áustria, e o jogo seria no dia 21 de Agosto, em Innsbruck!!

Começámos os planos para a viagem e a marcação dos hotéis e pontos de passagem, iniciando a viagem em Tirana, passando pelo Montenegro, Croácia, Eslovénia, Áustria, Alemanha, Áustria novamente (Alpes e Innsbruck), Itália e Albânia!

A saída fez-se ao nascer do sol... para uns maravilhosos dias de férias!

As montanhas albanesas ao nascer do sol
A primeira paragem fez-se no Montenegro para um café. Ao sairmos do carro, ouvimos um miar constante vindo do motor do carro. Não queríamos acreditar... Ainda pensámos que seria um gato montenegrino que aí se tinha instalado durante a breve pausa, mas assim que abrimos o capot, a surpresa foi ainda maior, quando nos deparámos com o Pum... um dos três gatinhos que tínhamos adoptado em Tirana, nascidos da gata 'colectiva' das famílias portuguesas.

Os três irmãos tinham sido baptizados, respectivamente de Pim, Pam, e Pum! Já na semana anterior, a Pam, a mais destemida dos três tinha sido atropelada no condomínio e infelizmente não sobreviveu. Agora seria a vez do Pum ficar no Montenegro, já que não nos poderia acompanhar ao longo da nossa viagem. Aqui fica a lembrança da família felina ainda completa! Felicidades, Pum!

A "nossa" gata e os seus filhotes
A segunda parte da viagem foi na estrada para a baía de Kotor! E o Montenegro recebeu-nos bem...

Welcome!!!
Desta vez, decidimos fazer uma estrada pelo interior do Montenegro que terminava com 25 curvas como mostra a foto seguinte, a descer dos 2000 metros de altitude para a linha do mar.


As minhas vertigens mandaram-me para o banco de trás, mas valeu a pena a vista!

Baía de Kotor, Montenegro
E os bungallows!!!! Espectaculares!!


domingo, 1 de setembro de 2013

As aventuras croatas... muito mar, muitos barcos e muitos banhos

No Sábado à tarde lá nos enfiámos novamente no Mazda 2 para mais uma etapa! O meu Mazda ficará na história destas férias, pois como podem imaginar não foi fácil para um citadino 1.300 cc, com 60 cavalos, transportar 5 passageiros - 4 adultos e 1 criança - que em termos de peso total equivalem a 7 pessoas e respetiva bagagem... principalmente em países onde o parque automóvel se revela em todo o esplendor nos motores acima de 2.500 cc e de muitos, muitos cavalos associados... Ainda voltaremos várias vezes a este assunto, nos próximos posts.

O destino era agora Mlini, uma vila costeira da Croácia, onde tínhamos encontrado as Villas Mlini mesmo adequadas ao que pretendíamos, num complexo hoteleiro, com direito a piscina, praia privada do hotel e acesso a táxis-barco que nos poderiam levar onde quiséssemos...

As villas Mlini





Agora que a Croácia pertence à União Europeia, chegados à fronteira não conseguimos evitar as habituais duas horas de espera e um contratempo... já não fazem seguros de fronteira! Sendo o carro português, a opção seria fazer um seguro válido para toda a UE, pela módica quantia de 250 euro para 15 dias. Como o hotel ficava a cerca de 25 km arriscámos a entrada no país e apeá-mo-nos do carro no hotel, de onde só saiu no dia de regresso à Albânia. Para o Mazda foi uma benesse!!



Mais uma vez, o destino esteve do nosso lado... não podendo andar de carro, optámos pelos transportes marítimos (abundantes por estas bandas), bastante eficientes e eficazes e uma maneira bem diferente de ficar a conhecer a costa croata!




As Villas eram ótimas, a estrear, mas como simpatia é coisas rara por estas bandas... ao contrário dos albaneses, os sérvios e os croatas não perdem tempo com delicadezas... e hospitalidade não é o seu forte, e assim os problemas surgem mais facilmente! Por isso, quando chegámos ao apartamento, verificámos que a cama do Álvaro, sendo extra não estava no quarto. Lá explicámos ao funcionário do hotel que nos acompanhou que necessitávamos da cama, ao que ele respondeu que iriam trazê-la rapidamente.

Regressados do banho na piscina, nada de cama! Pensámos que o melhor seria aguardar mais um pouco, para não pressionar... Fomos jantar e regressados do jantar por volta das onze da noite, nada de cama! Procurámos o telefone para ligar para a receção do hotel que geria também as villas, no phone!

O Francisco lá foi à receção e regressou com a informação de que em 15 minutos a cama estaria a ser trazida. 45 minutos depois, nada! Nem cama, nem contato! Desta vez foi a minha vez de ir à receção já preparada para alguma tensão... Lá chegada, o funcionário disse-me que me deveria ter desencontrado dos outros funcionários, pois eles já lá tinham ido e não seria possível colocar a cama àquela hora. A solução encontrada era darem-nos mais um apartamento para aquela noite. Bom, quase uma da manhã. OK! Aceitamos a solução, e o Francisco e a Lina foram dormir para outro apartamento...

Não imaginam o que aconteceu... a meio da noite entraram outras pessoas no apartamento 'emprestado'... e quando deram por isso, o Francisco saltou da cama aos berros "ROOM OCCUPIED!!! ROOM OCCUPIED!!!ROOM OCCUPIED!!!"... A única solução dos intrusos (provavelmente os verdadeiros hóspedes para aquele apartamento) foi voltarem costas rapidamente, fechar a porta e fugir... De manhã, lá apareceu a cama para o Álvaro e tudo se normalizou!


As experiências de geocashing foram bastante produtivas e interessantes para o Álvaro...







No segundo dia, para além de termos encontrado o telefone dentro do roupeiro, desligado, claro... tínhamos que oferecer aos nossos compagnons de route uma das melhores experiências gastronómicas que já tivémos por aqui - um almoço no Bugenvila, em Cavtat...

Depois da manhã na piscina e na praia, lá apanhámos o táxi-barco e rumámos a este grande desafio...





As fotos do almoço são elucidativas! O lombo de atum grelhado estava preparado a um nível superior... excelente recomendação do funcionário. Os Martini Royale e os Gin Tonic ficaram também para memória futura... e o Malvazia acompanhou lindamente as fantásticas iguarias.






Mais passeio, mais remanso, mais calor... 







não se pode pedir mais de uns bons dias de descanso... regressados ao hotel, ainda houve direito a mergulho de fim de tarde na piscina... E mais um serão bem passado!

Hvala! (obrigada, em servo-croata)

domingo, 12 de maio de 2013

Reviver o passado em... Dubrovnik

A nossa estadia em Orasac (a 12 km de Dubrovnik) passou-se entre a piscina do hotel - especialmente para delícia do Álvaro depois destes longos meses de inverno - e os passeios pela costa e pela cidade de Dubrovnik, uma das pérolas turísticas da Croácia.



Claro que um dos nossos principais objectivos era visitar a cidade velha (em Dubrovnik) o que só conseguimos à segunda tentativa, mas cuja insistência valeu a pena e foi um dos pontos altos das nossas férias. No entanto, o primeiro dia não se perdeu de todo e, para além dos passeios, o almoço nesse dia foi mais uma vez num sítio maravilhoso (o Konoba Kasar na baía de Zaton Veliki) e ficará registado para sempre nas nossas memórias.



À espera do almoço...


Depois de na sexta-feira fazermos a primeira volta pela cidade e da tentativa falhada de encontrar um lugar para estacionar, decidimos regressar no Sábado bem cedo - saída às 7h30 do hotel - para que o desejo pudesse ser concretizado. Chegámos à Old Town ainda sem turistas e com as lojas e restaurantes a prepararem o dia que, como habitualmente, viria a ser muito concorrido.


Porta lateral da cidade velha
Assim até dá gosto passear...
Uma das ruas mais íngremes
Praça principal sem turistas...
Mais uma das ruas (ainda vazia)


Passeámos quase sozinhos pelas maravilhosas ruas empedradas desta característica urbe originária do séc. XII, percorremos um pouco da muralha da cidade - as vertigens do Álvaro não permitiram fazer todo o circuito -, visitámos os mosteiros, o dominicano e o franciscano, e finalizámos a manhã a tomar um café numa das esplanadas da praça central da vila, enquanto turistas oriundos de todo o mundo, literalmente invadiam o espaço. Pelo caminho, ainda nos cruzámos com um casal australiano, que identificou a nossa língua, dado que ela era brasileira e, mais uma vez, lá tivemos o prazer de trocar umas palavras com eles e de sentir o orgulho de pertencer a esses mais de 300 milhões que falam a fantástica língua de Camões. Que experiência!!! Que maravilha de local!!!






Um pormenor da língua local... e o Álvaro a dizer "Ó mãe, aquilo é uma asneira em Português!!!"

O porto de Old Town em Dubrovnik



 O passeio pela muralha e alguns dos fantásticos pormenores da arquitectura local... ficam aqui registados.



A fonte


Ao final da manhã e já com milhares de pessoas a visitarem a velha cidade, fomos passear para outras bandas.

A costa croata é um bom exemplo de gestão turística e urbanística - a maior parte das casas são antigas, reconstruídas de uma forma exemplar. O mar é fantástico - de águas cristalinas e serenas - a ser utilizado por embarcações várias (veleiros, ferry-boats, barcos de cruzeiros, pequenos barcos de pesca, etc.). Percorrer esta costa por via marítima é o próximo desejo a concretizar... talvez indo até Split, cerca de 200 km para Norte. Projecto já em exploração...


Um dos exemplares... barcos de cruzeiros



No Domingo, dia da Mãe em Portugal, para celebrar em grande com um almoço em família (mesmo que reduzida, com muita pena nossa) dirigimo-nos a Cavtat, à procura de um restaurante que o JRT encontrara no TripAdvisor, e que era recomendado como um dos melhores da região - o Bugenvila.

Foi mais uma agradável surpresa - a baía em que o restaurante se situava e o repasto comensal fizeram desta Dia da Mãe, um dia ainda mais especial. Obrigada filho!!! Obrigada, Zé!!!!

No Dia da Mãe... com uma oferta espontânea do Álvaro!!

Depois do almoço uma caminhada à beira-mar fechou a nossa passeata por Cavtat... e lá fomos para mais um fim de tarde e um pôr-do-sol magnífico à beira da piscina, com uma Heineken a acompanhar.
O Álvaro em pose fotográfica

Cavtat...

Uma referência especial a um companheiro nestas férias que ficará nas nossas memórias - o nosso Crni kos (melro, em croata) que todas as manhãs e tardes cantava para nós do alto do cipreste situado em frente à nossa varanda... com uma vista de cortar a respiração... e os bandos de andorinhas...



A costa da Croácia é, sem dúvida, um dos mais bonitos locais que já visitámos por estas bandas. A voltar, sempre...! Recomenda-se!!!